19 de dez. de 2013

COM OS PÉS PRA CIMA

Mesa de centro, sofá, painel na parede, cabeceira, pufe… a lista dos móveis que podemos fazer usando paletes é gigante — e o resultado costuma ficar bem legal. Mas depois de cruzar com esse projeto aqui, eu tive a certeza de que eles na verdade nasceram para virar cama suspensa. Esse é definitivamente o melhor destino para os paletes. Só me faltam a árvore e o jardim gigante (pequeno detalhe), mas se você tem um gramado generoso ou um sítio no interior, pode copiar a ideia e passar o verão com os pezinhos ao vento.
A ideia genial é da blogueira Manda, uma das três garotas por trás do site The Merrythought. E a melhor parte é que o processo não é nada complicado: com cordas resistentes ela suspendeu a estrutura pelas quatro extremidades, deixando-a bem nivelada. Mas antes disso, para a peça ficar com o tamanho aproximado de uma cama, foram usados dois paletes parafusados sobre duas tábuas que servem para deixar o conjunto mais firme, como vigas de sustentação. (Nas fotos abaixo dá para entender as etapas). Depois foi só jogar o colchão em cima, algumas almofadas e voilà.
Para proteger o tecido do colchão da umidade e de possíveis insetos, a Manda foi prevenida e usou sobre ele duas capas de vinil com zíper. Assim ela pode retirar e lavar quando necessário e a cama suspensa ganha um prazo de validade ainda maior, para durar muitos e muitos verões.
Veja mais fotos e o passo a passo oficial AQUI.

Fonte: revistaglamour

13 de dez. de 2013

Móveis coloridos e eco-friendly

Luxo e reciclagem de mãozinhas dadas. A seda sempre foi considerada um material de luxo, tanto na moda quanto na decoração e neste caso, mesmo após o uso a danada recupera a sua glória e continua chique! Quero lhe apresentar esses três itens de mobiliário que foram criados pelo Meb Rure Studio em Istanbul.
 
Uma família ecológica composta de uma cadeira, um (tipo) pufe e uma baqueta. As peças são feitas de carvalho branco americano e o estofamento, com bolas de fios de seda reciclados do Nepal. Pra garantir o conforto as bolas de seda foram preenchidas com espuma. O resultado são assentos lindos, coloridos e confortáveis.

Só elogios pra essa família ecológica! Simples, bonita e ainda fácil de montar e desmontar!

Fonte: COPYEPASTE



12 de dez. de 2013

COIFAS COLORIDAS

Já reparou como agora todo mundo quer ser gourmet? A glorificação (ou seria banalização?) do termo provocou mudanças dentro e fora de casa. E as cozinhas, que já eram importantes na configuração de um lar, se transformaram no epicentro da vida moderna. Dá pra entender o apelo: esse ambiente promove uma convivência informal, é geralmente integrado à sala para acomodar todo mundo e de quebra ainda desperta os sentidos com aromas e sabores incríveis.
Com essa relevância toda, cada detalhe da decoração da cozinha ganha ainda mais atenção, até mesmo os elementos que antes eram vistos apenas como funcionais, como as coifas. Quem realmente cozinha bastante sabe que é difícil abrir mão delas, por mais que às vezes pareçam “trambolhos” presos ao teto. Até já existem modelos de design diferenciado no mercado, mas muitas vezes eles ficam ali no limite entre o extravagante e o cafona.
Felizmente, nem tudo está perdido. Quer que a coifa vire mais uma peça de decoração? Então invista em modelos coloridos, que ganham destaque sem roubar a cena. Um grande adepto dessa solução é o arquiteto Gustavo Calazans, que já usou coifa amarela, preta, vinho… Algumas empresas do ramo costumam personalizar as peças de acordo com o gosto dos clientes, então se você gostou da ideia pode solicitar ao fabricante essa pintura diferente na hora da compra. Simples, não?


Fonte: http://colunas.revistaglamour.globo.com

7 de nov. de 2013

A TV...

Você provavelmente já ouviu aquele aviso de que muita televisão pode afetar a visão, certo? E é claro que exagerar no tamanho do equipamento só iria piorar ainda mais esse quadro.
Para não ter erro, vale usar a regrinha abaixo, que encontrei no site Tech Tudo
Fonte: http://colunas.revistaglamour.globo.com/referans

6 de nov. de 2013

PORTAS VENEZIANAS

A gente torce o ano inteiro pro verão chegar logo, mas quando ele finalmente aparece é inevitável reclamar um pouquinho do clima abafado, da pouca ventilação… E realmente é difícil encontrar o ponto perfeito entre o calor e o frio — a casa ideal não seria aquela que aquece no inverno e refresca no verão? A sorte é que existem alguns truques de projeto que podem ajudar a extrair o melhor de cada estação. Um deles é a porta veneziana.
O recurso costuma ser explorado em casas de campo ou no litoral, mas se amor de praia não sobe a serra, a arquitetura praiana sim. Ainda é algo um pouco inusitado, mas quem mora em apês urbanos também pode usar venezianas como divisórias dentro do imóvel. Elas substituem as portas de correr tradicionais e trazem privacidade sem comprometer a ventilação constante — seja nas versões com palhetas fixas ou nos modelos móveis, em que o controle de abertura é ainda maior.
Quando as portas venezianas são instaladas no sistema camarão, elas permitem que o vão seja aberto quase por completo, como nas fotos abaixo. Aproveite as inspirações e considere essa opção ao invés das portas de correr — pra pensar diferente e ter a casa sempre fresquinha no verão.




Fonte: http://colunas.revistaglamour.globo.com

Balancinho bom

Pode parecer sonho bobo de criança, mas eu sempre quis ter um balanço em casa: fosse no jardim, no meio da sala ou perto da cama. E não é que tem gente que realiza esse sonho sem medo de preconceitos? Folheando revistas de decoração, eis que de repente aparece um balanço em algum lugar inusitado. E aí pronto! A minha vontade de ter um aumenta de novo. De certa forma eles são uma maneira de manter a infância viva e ainda nos lembram que nem sempre precisamos levar tudo tão a sério.
Vai dizer que se balançar uns 15 minutinhos por dia não te traria uma sensação libertadora? Só não vale usar em espaços muito apertados, porque o risco de derrubar vasos, móveis e cacarecos seria grande. E também é bom chamar um profissional para instalar os ganchos no teto — afinal ninguém quer causar um acidente doméstico.


As redes de balanço fazem parte da identidade brasileira desde sempre. Elas são uma herança indígena superpresente nas casas contemporâneas — e não só nas áreas externas não. Uma sala de estar maiorzinha, uma varanda integrada e até um quarto nem tão grande assim já conseguem acomodar uma delas. E a vantagem é que as redes podem ser recolhidas em um dos ganchos quando não estão em uso.


Quem não tem tanto espaço assim para balançar ou que simplesmente prefere um visual mais “adulto”, pode recorrer às cadeiras suspensas, que normalmente ficam em um cantinho do cômodo e são fixadas em apenas um ponto no teto.


Fonte: http://colunas.revistaglamour.globo.com

31 de out. de 2013

Sem espaço na área de lazer?

Conjunto para parede com mesa e 2 bancos

 Esse lindo conjunto você encontra pelo site http://www.lojaskd.com.br a partir de R$2.305,38

9 de out. de 2013

Sete desastres da arquitetura

Arranha-céu sem elevador, prédio de vidro que derrete objetos e mais. Veja construções ao redor do mundo que não deram certo

Recentemente, a notícia de um prédio em Londres que refletia a luz do sol e derretia até carros ao seu redor chocou o mundo. Mas o Walkie Talkie, em Londres, na Inglaterra, do arquiteto Rafael Viñoli, não é a única construção desastrosa do planeta. Problemas como correntes de vento fortíssimas, temperaturas internas altas demais e até a falta de elevadores já afetaram projetos de todo o mundo. Veja sete exemplos de projetos defeituosos que deram o que falar:

Vdara Hotel, em Las Vegas, Estados Unidos
Assim como o Walkie Talkie, em Londres, este prédio também pode derreter coisas. Não é para menos: o arquiteto responsável pelo projeto é o mesmo, o uruguaio Rafael Viñoli. Hóspedes do hotel relataram ter os cabelos queimados e copos de plástico derreterem nos horários mais quentes do dia. Até a água da piscina fica morna. Isso acontece porque a fachada de vidro reflete e potencializa os raios de sol.
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Bridgewater Place, em Leeds, Inglaterra
A corrente de vento que se forma na base da torre é tão poderosa que já causou 25 acidentes, entre eles uma morte. Isso faz do maior prédio de Leeds também o mais perigoso. A prefeitura da cidade está trabalhando em uma solução. O projeto é do escritório de arquitetura internacional Aedas.
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 Museum Tower, em Dallas, Estados Unidos
Mais um prédio espelhado que potencializa o calor do sol. Todo de vidro, ele reflete os raios e deixa todo o interior muito quente. Projeto do arquiteto americano Scott Johnson.

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Taipei 101, em Taipé, Taiwan
O maior prédio sustentável do mundo é conhecido por sua tecnologia antiterremotos e tufões. O irônico é que alguns geólogos acreditam que, na verdade, seu enorme tamanho e peso – são 500 metros de altura e 700 mil toneladas – estressaram o solo e deixaram a área, antes estável, mais suscetível a terremotos. Projeto do arquiteto taiwanês C. Y. Lee.



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Beetham Tower, em Manchester, Inglaterra
Com 46 andares, foi o maior prédio residencial da Europa quando foi inaugurado, em 2006. A “lâmina” no topo causa barulho desagradável para os moradores toda vez que o vento sopra mais forte. O arquiteto responsável, Ian Simpson, que também mora no local, está projetando uma correção para o problema.


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Intempo, em Benidorm, Espanha
Dizer que um arranha-céu de 47 andares não tem elevador pode parecer uma brincadeira sem graça. Mas um prédio deste tamanho realmente foi construído com esta falha, no que pode ser uma das maiores gafes da história da arquitetura. Foi decidido no meio da obra mais que dobrar o tamanho das duas torres e, na correria, esqueceram de deixar espaço para elevadores maiores e motores. Desde que o problema foi detectado, o arquiteto espanhol Roberto Perez Guerras está trabalhando em uma solução.


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 Hotel Ryugyong, em Pyongyang, Coreia do Norte
É o maior prédio do mundo desocupado. Devido a uma série de falhas, a torre, de 105 andares, que deveria ser inaugurada em 1992, ainda está em construção. Entre os problemas, estão a escassez de energia no país e a grande fome de 1990. Por causa de erros do projeto, os elevadores não conseguiam chegar aos andares superiores.


Fonte: http://revistacasaejardim.globo.com

Casas em Marte

Arquitetos planejam colonizar o planeta vermelho com moradias dentro de cavernas

Cansado da vida na Terra? A colonização de Marte pode estar mais próxima do que imaginamos. O escritório alemão ZA Architects acredita ser possível construir casas subterrâneas no planeta. A ideia seria enviar robôs antes para escavar a superfície de basalto. O material, chamado pelos profissionais de cimento de Marte, seria, então, usado para cobrir os enormes buracos, futuramente usados como moradias, e para a sustentação, com colunas. O basalto, mais forte e mais leve do que aço, anticorrosivo e à prova de fogo, já é usado nas indústrias de aeronaves e automóveis. Quando os humanos chegassem, bastaria apenas instalar os sistemas para tratar o ar naquele ambiente fechado.
A princípio, as cavernas seriam usadas apenas como abrigo para os exploradores, mas no futuro podem ser casas para colônias humanas. Dentro daquele ambiente subterrâneo e isolado seria possível até cultivar alguns alimentos. Já foi provado que aspargos, por exemplo, se dão bem no solo marciano. Essa estrutura baixaria significativamente os custos para uma população extraterrestre, já que não haveria gastos com transporte intraplanetário. As moradias parecem ser bem confortáveis, apesar de longe da superfície. O que você acha de morar em um local assim?

Fonte: http://revistacasaejardim.globo.com

Um apê inteiro em 19 m²

Inspirada em imóveis do Japão, construtora brasileira lança microquitinetes por 266 mil reais em bairro nobre de São Paulo

São cada vez mais comuns apartamentos de 30, 40 e 50 m². Mas você acha possível morar em apenas 19 m²? É o que propõe a construtora Vitacon, que acaba de lançar o VN Casa Quatá, prédio residencial com unidades minúsculas, na Vila Olímpia, zona sul de São Paulo. Na menor versão, há espaço apenas para uma cama de casal, duas minicabines de banheiro, um pequeno armário e a bancada da cozinha, com eletrodomésticos acoplados e lugar para duas pessoas sentarem. O projeto é do arquiteto José Ricardo Basiches, com consultoria do designer americano Graham Hill, especialista em poucos metros. Hill prega um estilo de vida mais simples, com menos coisas e custos, em seu site, Life Edited, ou “vida editada”, em português. Mas até para ele os 19 m² foram um desafio, já que ele nunca tinha trabalhado com um imóvel tão pequeno.
O tamanho minúsculo compensa no valor: com o metro quadrado a 14 mil reais, o total será de 266 mil reais. Considerando-se que se trata de uma região nobre, o preço final é bastante atrativo. A inspiração para os imóveis veio de quartos de hotéis e microapartamentos no Japão, onde cada centímetro é bem aproveitado. Afinal, Tóquio é uma das cidades com maior densidade populacional do mundo, com 14 mil pessoas por km² e residências com tamanho médio de 60 m². Por aqui, haverá também uma versão com 23 m², com direito à varanda, e apartamentos maiores, de até 52 m², no mesmo condomínio. O público-alvo do empreendimento são executivos e estudantes, já que a região tem muitas universidades. A obra começará em breve.
Fonte: http://revistacasaejardim.globo.com